MPT intervém em caso de dispensa em massa de trabalhadores da JBS/Friboi

20/05/2015 - O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) reuniu-se na tarde desta terça-feira (19) com o prefeito, os vereadores e outras autoridades do município de São José dos Quatro Marcos, para discutir as consequências da decisão da JBS de dispensar, de uma única vez, os 650 trabalhadores da unidade. O MPT alega que a multinacional brasileira, detentora das marcas Friboi e Seara, agiu com descaso ao desligar de maneira abrupta seus empregados, sem levar em conta os impactos econômicos e sociais que a medida poderia causar na região.

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Trabalhadores têm direito à assistência jurídica gratuita de seu sindicato profissional

18/05/2015 - É direito de todo trabalhador ter assistência jurídica gratuita do sindicato da categoria profissional ao qual esteja vinculado, mesmo que não seja sindicalizado. O direito está previsto na Lei Federal 5.584/1970, que disciplina a concessão e prestação de assistência judiciária na Justiça do Trabalho, e isenta trabalhadores de ter que arcar com os custos da contratação de um advogado.

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Como a vovó já dizia

Por Fabrício Gonçalves de Oliveira*

Como a vovó já advertia aos seus netos, prevenir é melhor do que remediar. Esse ditado popular, incessantemente reproduzido por gerações, passa a ideia de que as pessoas devem adotar precauções para evitar que algo de ruim aconteça. No ambiente de trabalho não é diferente.

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Multinacionais do agrotóxico podem pagar mais de R$ 50 milhões por expor trabalhadores à contaminação

18/05/2015- O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) ajuizou, na última quarta (13), ação civil pública com pedido de liminar contra algumas das maiores produtoras de agrotóxicos do mundo. Juntas, Basf, Du Pont, Monsanto, Nufarm, Syngenta, Adama, Nortox e FMC movimentam mais de 11,5 bilhões de dólares por ano. Pela exposição de trabalhadores a risco de contaminação por manuseio de embalagens de agrotóxicos, as empresas, bem como a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sapezal (Aeasa) e o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), poderão pagar uma indenização que ultrapassa a casa dos 50 milhões de reais.

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