Entregadores e motoristas que exercem a função por aplicativos recebem menos do que aqueles(às) trabalhadores(as) "não plataformizados", o que os(as) obriga a laborar mais e de forma precarizada
Brasília | 25/10/2023 - A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), investigou, no 4º trimestre de 2022, a relação de trabalho por meio das plataformas digitais. Os dados revelaram a precarização do trabalho dos(as) profissionais chamados(as) de "plataformizados(as)", e o controle exercido pelas empresas dos setores de transporte e entrega de mercadorias sobre eles(as). O estudo também comparou a remuneração e a jornada de trabalho entre profissionais dos mesmos segmentos econômicos, mas que desempenham suas atividades sem o intermédio das plataformas, chamados no estudo de "não plataformizados".